Arrombado no chão de taco..

Cruzou o olhar com um corintiano, arrastou o gostoso pro seu apartamente. Entre móveis assinados, decoração modernista anos 60, chão de taco e quadros minuciosamente escolhidos na RioArt, ele esqueceu das morenas de Di Cavalcanti, da brasilidade de Tarsila, das pastilhas de cerâmica de Lina, ele esqueceu de arte, qudro, modernismos e arcaímos...tudo que ele sentiu, atirdo nos dvans e sofás de design, ou curvado num tapete sob o chão de taco foi rola, pica, piroca....longa e dura piroca, socando sem dó, deixando o rabo dele arrombdo. E não tinha, nem no Masp, nem no D'Orsay e nem mesmo no Moma, arte contemporânea mais bela que o seu rabo arregaçado, sem resistência, pela rola do corintiano, baixinho, barbudo, belo e pirocudo. Collab: LUIGGI


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